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Escrito por Carlos às 08h11
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Escrito por Carlos às 08h08
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Trechos da Mensagem espiritual do Irmão Índio FLEXA DOURADA enviada no Rio de janeiro, sábado, dia 28/07/2007 através do sensitivo(médium)Francisco de Assis Periotto. 

"Salve JESUS! Salve JESUS!

É hora da caridade espiritual. Essa é a maior preocupação dos espíritos do Bem, hoje. nossa dedicação maior é de manter todo mundo pensando no trabalho espiritual. Na comunicação espiritual, na comunicação do Evangelho, na comunicação do Apocalipse, isto é, a comunicação que interessa a JESUS e a DEUS nosso Pai. A grande proteção de DEUS vem desse trabalho de esclarecer o povo espiritualmente. Muita união, muita luz e respeito a todos no ecumenismo de DEUS. Os espíritos de Bem querem muita união, querem muita luz entre todos, muito respeito mútuo. Nada, absolutamente nada, sem a união verdadeira consegue prosperidade. Toda a fortaleza material depende do sucesso espiritual. Isso é o que interessa aos espíritos de DEUS, porque OS TEMPOS CHEGARAM. fazer crescer as obras de caridade espiritual é o nosso dever. Evangelho, Apocalipse e tudo analisado e visto à luz deles em Espírito e Verdade sob a proteção do Novo Mandamento do mestre JESUS (Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei).  Muita gente que dirige países do mundo nada tem haver com o sentimento humano. Isto é um prejuízo para estes povos. OS TEMPOS CHEGARAM.  Existem muitos espíritos cobradores de carma e já estão à postos em cima destes países. A foice do carma está levantada. O mundo vive um quadro perigoso. O quadro da foice que ceifa. Essa é a representação que encontro hoje espiritualmente para explicar a vocês o que caminha sobre o mundo. Enquanto vem uma bonança com muita luz, lá na frente clarendo os espaços que a escuridão deixa, existem espíritos das trevas, por aí, bem atrás dos seus purgados(que estão resgatando seus erros passados). vem muita coisa feia sobre o mundo. JESUS mandou soltar tudo. Mandou abrir o UMBRAL(região do astral inferior). Vai haver um encontro. Por isso que a boa vibração, agora mais do que nunca, é necessária da parte de todos. cada um encontra o seu fim. Quem viver na seara de DEUS terá a proteção dos espíritos do Bem. Quem vibrar na faixa do mal terá a companhia dos piores obsessores. Quando falamos aqui em comunicação espiritual, não quer dizer comunicação dos espíritos somente, não é isso apenas. comunicação espiritual Divina é o Evangelho, é o Apocalipse, é a Religião de DEUS, são os escritos inspirados do Irmão ALZIRO ZARUR e do Irmão PAIVA NETTO, o Irmão Di Paiva. porque se não fizermos esta expansão, se crescermos apenas materialmente, outros espíritos serão atraídos para fazer proteção à obra, mas não serão espíritos da envergadura dos espíritos da falange do DR. BEZERRA DE MENEZES. Os espíritos da falange do DR. BEZERRA não estão mais preocupados em crescimento material. Eles estão preocupados em crescimento espiritual, em exlarecer o povo a respeito do Evangelho e do Apocalipse de JESUS. Todos têm que primar pela paciência, pela paciência diante das lutas, assim se consegue tudo. Tudo o que DEUS aprova!

Salve JESUS!"      



Escrito por Carlos às 07h31
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Continuação da mensagem "O Grande Momento" do dia 27/07/2007

Aquilo tudo provocava-me uma angústia tão grande que é difícil de explicar. Aqueles convites, aqueles ambientes, tudo aquilo era por demais incomparável a qualquer coisa que já havia conhecido na terra. Era muito triste ver aquele amontoado de pessoas que brigavam e se ofendiam sem o mínimo escrúpulo e respeito a qualquer pessoa que, por ventura, ali estivesse. Então, já desgastado de ver tanta miséria e tanta coisa triste, tomei a liberdade de perguntar ao amigo quando que aquelas pessoas teriam uma vida melhor. Ele olhou-me e, com a voz suave, disse: - Vinícius, eles só sairão daqui quando nos seus corações começarem a germinar a semente do amor, da compreensão, da resignação e do perdão. Enquanto não possuirem algumas dessas virtudes, reconhecendo as suas faltas para com os desígnios de Deus, jamais poderão sair daqui. Vinícius, muitos ainda continuarão aqui por muito tempo até que essas coisas que te falei despertem neles, pois não se conformam nem mesmo com a própria desencarnação, continuando a viver como se ainda estivessem encarnados, fazendo as mesmas loucuras que faziam. Olhei então pra ele e, com os olhos cheios de lágrimas, sentindo um grande amargor, perguntei-lhe: - Amigo, quanto tempo ainda terei que permanecer neste lugar? Porque eu também fiz muitas coisas que fugiam à uma boa conduta moral as coisas de Deus. Muitas vezes participei de orgias, onde o prazer e a volúpia se sobressaiam com mulheres e muita bebida. Tudo que um homem poderia querer naquele momento; prazer, só prazer, muito prazer. A felicidade era só por um momento, o momento de estar bem acompanhado, sorrindo, divertindo-se. Meu amigo, agora vejo quanto tempo perdi e o quanto prejudiquei a minha própria saúde, perdendo noites inteiras fazendo das boemias, não um prazer, mas um vício que mais tarde traria enormes prejuízos a minha própria saúde. Logo eu que havia estudado, que havia aprendido a amar, a escrever, a ponto de fazer da poesia, da música, da literatura, as maiores paixões de minha vida. Quantas vezes, com meus versos, minhas músicas, fiz muita gente viajar através do tempo, apagando tristezas e dando a essa gente muita alegria de viver. Escrevi em versos toda a natureza com suas cores. Amei a vida, enquanto vivia na terra; agora ali estava, diante de mim, um paraíso sem cor, sem vida, sem nada. Então, não aguentando mais tanta tristeza, comecei a chorar como criança, sim, como criança; e já com os olhos doloridos de tanto chorar, com a voz embargada, sem poder pronunciar uma só palavra e com o coração explodindo de tanta dor e envergonhado por tudo que havia feito, ele tocou-me nos ombros e, sorrindo como se fora um anjo, falou-me: - Vinícius, meu amigo, é isso o que Deus mais quer de nós. - Então, sem entender, perguntei-lhe: O quê? Ele aí me respondeu: - O arrependimento; poi o homem que se arrepende, por mais tarde que seja, à ele é devolvida a vida. À ele é dado o direito de renascer, e a ele é dada, outra vez, toda a confiança. Quanto a você, meu vinícius, não te preocupes, porque as tuas lágrimas já lavaram grande parte de tuas faltas. Agora vamos, falta pouco. Coragem homem! Eu também já tive a mesma sensação, as mesmas repugnâncias em ver tudo isso dinate de mim. Vinícius, são essas coisas que no futuro, em novas encarnações, nos ajudarão a mudar o nosso modo de agir. São essas coisas que nos irão ensinar a crescer diante de Deus. Você sempre cantou a vida, a Natureza, as mulheres, sem lembrar-se dessa outra vida que agora está diante de nossos olhos, sem vida, sem cor, sem alegria. Meu amigo, quando o homem lembrar que o simples gesto de agradecer a Deus, todos os dias, pela vida, pela saúde, pelo trabalho, são tão importantes quanto a própria vida, sentirão toda a sua magnitude de amor e paz. Quando o homem aprender a perdoar, a arrepender-se de todo mal causado contra a vontade de Deus, ele será realmente livre, sem rancor, sem ódio, e a vida passará a ser para ele um oceano de amor, paz e e esperança; mas, enquanto isso não acontece, ele continuará a viver só pelo prazer, que a nada o leva; continuará a ser escravo das riquezas; farão guerras. no mundo existirá sempre o fantasma da fome, da miséria, da dor, das doenças. - Tudo aquilo que ele acabara de dizer deixou-me perplexo, assustado. Seguimos, então, caminhando, e já tendo eu perdido a noção do tempo, disse-me: - Estás vendo aquela colina? - Respondi-lhe que sim. Então ele me disse: - Quando chegarmos lá em cima, verás a nossa nova pátria, onde só existe amor e paz; onde os homens só falam um idioma - O AMOR; onde a compreensão e o respeito, a dignidade no amor a Deus e ao próximo, predominam sobre todas as coisas. Isso faz parte da evolução do Homem, através das sucessivas reencarnações. Vinícius, meu irmão, foi dali que sairam as inspirações para as tuas poesias e as lindas músicas com que cantavas as belezas criadas por Deus.

É ali onde as flores têm mais vida, mais perfume.

É ali que o sol nasce para todos, aquecendo a vida.

É ali que a mulher tem a verdadeira magia do amor.

É ali que a lua faz resplandecer toda a sua beleza.

É ali que começa a reinar a verdadeira paz.

É ali que a música tem mais melodia, mais encanto.

É ali onde a poesia faz chorar e cantar.

É ali que começa a existir a verdadeira fraternidade entre os homens.

É ali que existe a verdadeira religião, o respeito e o amor em servir à vontade de Deus.

É ali que o nada é tudo, e o tudo é só amor, caridade e dedicação ao próximo.

Vinícius, o pesadelo está acabando. Vamos rápido, tem muitos amigos nos aguardando, cheios de saudades das tuas músicas, das tuas poesias; e novamente pegou-me pela mão e começamos a voar até chegarmos ao enorme portão do eden. Lá chegando, fui recebido com sorriso e abraços pelos parentes e amigos. Há algumas passagens que aconteceram comigo, mas que eu ainda não posso revelar, inclusive nomes de pessoas que na terra tiveram grande significação para mim. Hoje continuo a fazer o que sempre gostei - a poesia e a música.

Obrigado, meu Deus, pela visão que me fez deslumbrar com Tua Criação, com suas cores em harmonia.

Obrigado, meu Deus, pelo olfato que me fez sentir os perfumes das flores e do mar.

Obrigado, meu Deus, pela audição que me fez ouvir e sentir as poesias e as músicas.

Obrigado, meu Deus, pelo tato que me fez entrar em contato com a poesia e a música.

Obrigado, meu Deus, elo pensamento que me fez fazer a poesia e a música, e que, muitas vezes, me fez amar sem arrependimento.

Obrigado, meu Deus, pelas minhas mãos que escreveram tudo que eu sentia. E poder juntá-las e te pedir perdão.

Obrigado, meu deus, pelas minhas pernas que me levaram a lugares tão lindos, mas que, também, muitas vezes, levaram-me a lugares impuros. Agora, no entanto, não importa por onde andei, o que importa é que cheguei aqui.

Obrigado, meu Deus, pelo amor que ensinaste-me a sentir por todas as pessoas e por ti.

Obrigado, meu Deus, por ter nascido no Brasil, pequeno Gigante que ainda dorme um sono profundo; mas, quando acordar, tenho certeza, será o mais amado do mundo.

Obrigado, meu Deus, pela música.

Obrigado, meu Deus, pela poesia.

Obrigado, meu Deus, pela literatura.

Obrigado, meu Deus, por fazer cantar ao mais simples cantador.

Obrigado por ter-me feito poeta e cantor, e ter podido cantar a Tua criação ao som de Tuas melodias siderais.

OBRIGADO, MEU CRIADOR.

*** FIM ***



Escrito por suelixavier às 06h45
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Mensagem recebida em janeiro de 1992, por psicografia, pelo médium João Américo das Neves Gonçalves Marques, do Espírito Vinícius de Moraes que, na carne, foi um Grande Poeta, Compositor e Cantor. Nesta mensagem ele narra como foi a sua desencarnação. O que passou, no plano espiritual, após a "morte", ou melhor, a desencarnação; pois, na verdade, a morte não existe. Passamos apenas para um outro plano. Uma outra dimensão. "Deus não nos criou para nos matar. Deus é Pai, não carrasco." Vamos então a mensagem. 

O Grande Momento

Há coisas na vida que as pessoas se arrepiam, se assustam só em pensar ou falar; e uma delas é a morte. Nós pensamos nela como se fosse o fim de tudo que construímos, se é que construímos alguma coisa.Há pessoas que são tão displicentes que não pensam nelam, e, quando chega a hora, é aquele sufoco. Coitados, ficam sem entender nada.Meu amigo, não cheguei a ser tão displicente com a morte, pois até dediquei-a alguns versos musicais; mas nem por isso deixei de passar alguns momentos de angústia e dúvida; foi como um pesadelo.Momentos antes da minha partida("morte"), senti em todo o meu ser, um vazio, uma angústia; e uma dúvida começou a tomar conta de mim, a respeito do que iria me acontecer depois da morte. Eu pensava em não ver mais o sol, omar, os pássaros, o céu, com seus encantos; em não ver mais os meus amores, os meus amigos parceiros. Tudo, tudo parecia-me como num teatro, ao fim de mais uma apresentação. Fecham-se as cortinas, vai-se para os camarins e retira-se a maquiagem. É o fim de mais um ato. E perguntei a mim mesmo: Como seria o nome do próximo show? Tudo naquele momento era frio e sombrio. Onde estavam os meus parentes, os meus amigos, os meus amores, que, por muitos anos, participaram das m inhas alegrias e das minhas tristezas? Ali, naquele instante, só se encontravam eu e ela - a morte -, frente a frente. E eu estava ali, imóvel, sentindo ela aproximar-se de mim, como uma cobra acuada, preste para dar o seu bote. Foi quando, dentro de mim, ouvi um grande estrondo, era o fim. Por alguns momentos um grande silêncio tomou conta de mim, calando a minha voz. Então dormi um sono profundo, e, de repente, quando acordei, perguntei-me: onde está o poeta, o cantor, o homem de tantos amores? Tudo havia chegado ao fim. Aos poucos fui adormecendo outravez e não ouvi mais nada. Um grande silêncio havia tomado conta de tudo que havia em volta de mim. Minha mente parou, meu corpo não respeitava mais nenhum comando, estava inerte, morto, frio, sem calor, sem vida, sem nada. E, quando acordei, vi, perfeitamente, as pessoas em volta de mim, chorando; e eu as perguntava: estão chorando, por quê? Mas elas não me respondiam. Perguntei, então, aos meus amigos: estão tristes, por quê? Mas, de novo, ninguém me respondia. Foi aí, então, que vi o meu corpo deitado sobre a cama, e, perguntei-me: Como pode? Eu não estou morto, estou vivo; e comecei a gritar bem alto para que todos ali escutassem que eu estava vivo, e não morto. E perguntava a mim mesmo: Que morte é essa que eu não entendo, e que, no entanto, devolveu-me a vida? E continuava dizendo a todos ali presentes: Eu estou vivo! falem comigo, em nome de Deus, falem comigo! Porém ninguém me respondia; e eu comecei a cair em frustração e a perguntar a mim mesmo: o que fazer agora? Eu estava sozinho, sem amigos, sem ninguém. foi quando me lembrei dos amigos que partiram antes de mim; mas onde estariam eles? Como encontrá-los? Comecei a chamá-los, mas ninguém respondia. Sempre fui um homem acostumado com o público e agora estava só, sem ninguém. No entanto, depois de algum tempo, alguém que eu não conhecia tocou-me no ombro pronunciando o meu nome, dizendo: - vinícius, por favor, não se pertube. Acompanhe-me. - Para onde vamos? pergunte-lhe.- Você já cumpriu sua missão aqui, disse-me ele.- Mas que missão? perguntei-lhe, com os olhos cheios de lágrimas.Ele então me disse: - Aqui foste poeta, escritor e cantor. Cantaste teu país e sua natureza; o seu povo, o amor e a vida. Tens alma e pensamento de menino. Agora, vem comigo que eu te mostrarei o que é a verdadeira vida.- Ele pediu-me a mão e começamos a voar como os pássaros. Engraçado, ninguém nos via. Tudo era lindo lá de cima. Eu vi de perto, bem de perto mesmo, a beleza do Cristo Redentor. Voamos mais alto do que o Pão de Açúcar. Oh! meu Rio de janeiro, como és lindo até mesmo visto do alto. Esse Rio que eu tanto cantei e amo. Oh! as tuas praias. Como é linda as ondas beijando as encostas e as areias. pela primeira vez, depois de morto, senti o sol queimando o meu rosto. De repente entramos em um lugar diferente. Ele colocou-me no chão. Olhei em volta de mim e notei algo estranho, estava tudo vazio, sem vida, sombrio e desolador. O céu tinha uma cor cinzenta, como se fosse chover; o ar era úmido e pesado; as árvores, algumas secas, outras com cores pálidas; o solo, lamacento; as águas, turvas; os pássaros não cantavam. Aquele lugar era apavorante e monstruoso. Olhei para ele, e ele, fitando-me nos olhos, disse-me: - Poeta, isto aqui é apenas o começo do paraíso de quem não ama, de quem não respeita as coisas de Deus; de quem é vaidoso, orgulhoso e se julga grandioso; de todo aquele que só visou o lucro as custas de pobres trabalhadores que, muitas vezes, sacrificaram a própria saúde para não perderem seus empregos; de pessoas que matam seus semelhantes por prazer ou dinheiro; de traficantes que destroem famílias inteiras., viciando-as; de escravos das fortunas. Homens que tornam-se escravos do capitalismo desumano, esquecendo-se de Deus; de assassinos que queimam e poluem toda a natureza que Deus criou; de políticos que têm a oportunidade de servir ao seu povo, mas que, no entanto, aproveitam-se dele e de seus cargos para saciarem seus interesses próprios, levando-o a guerra, a fome e a morte.Vínícius, meu amigo, tudo isso, como já lhe disse, é apenas o começo.logo a seguir começamos a caminhar pela rua lamacenta. As pessoas tinham aspecto áspero. Falavam todo tipo de injúrias contra nós; chegavam-me a chamar de suicida. Perguntei, então, ao amigo: Por quê suicida? Eu não havia me suicidado; pelo contrário, havia, sim, tido uma morte normal. Foi aí, então, que pude perceber o quanto era bom aquele homem; sempre procurando corrigir-me de maneira que não me sentisse ferido. E começou a explicar-me, dizendo que perdi grande parte de minha saúde nas boemias, com bebidas e mulheres. Meu amigo, aquele homem não disse uma só palavra que não fosse verdade. Ele me conhecia mais do que eu mesmo. Olhei para ele e, envergonhado pelo o que havia feito, comecei a chorar como criança; ele, então, como um pai, colocou sua mão sobre os meus ombros e começou a refazer-me, mostrando-me as minhas virtudes e o meu respeito a tudo e a todos. Suas palavras penetravam em meus ouvidos como poesia. Seu sorriso parecia como de uma criança, meigo e carinhoso. Seu semblante brilhava como a luz. O tempo foi passando e aos poucos fui me refazendo e voltamos a caminhar. Foi quando, assando por uma praça, algumas pessoas que ali se encontravam começaram a gritar o meu nome e a pedir que eu cantasse; mas cantar o quê, se aquele ambiente não dava inspiração a ninguém? Um deles, então, debochando, perguntou-me sobre o meu corpo. Aquilo feriu-me muito no íntimo. Olhei para o amigo e ele me disse que eu iria ainda ouvir muito aquilo, até que chegássemos a casa de recuperação. Mas até chegar aquele dia, muitas coisas aconteceram. Muitas vezes fui chamado pra cantar; muitas mulheres diziam que me amavam; queriam até que eu participasse de  verdadeiras orgias, dizendo-me que ali também havia boa música, muita bebida, e que depois, podíamos ir até a praia ver o nascer do sol.(continua)



Escrito por suelixavier às 09h41
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